Outros

Quando a falsa Fama lhes sobe á cabeça

22 Agosto, 2014

Cada vez mais, nos dias que correm a moda dos reality shows está a crescer. E com isto, cresce também a quantidade de pessoas que se inscrevem á procura de uma vida melhor. Mas não se enganem meus amigos, porque quando falamos de uma vida melhor, não estamos própriamente a falar de facilidade em pagar as contas ou sequer de encontrar um emprego. Falamos mesmo, do que eu chamo de Falsa Fama. Quantas pessoas vimos nós a entrar para estas casas fechadas durante meses que a TVI tanto insiste em repetir, e que depois vêem cá para fora com a mania que são vedetas. Desde quando é que ficar famoso se tornou assim tão fácil? E porque razão está a televisão Portuguesa a focar as atenções em coscuvelhices e produtos de má qualidade? Estamos assim em tão grande decadência que não conseguimos fazer uma coisinha com mais classe e qualidade?
Adoro ver as transformações das pessoas que ganham a Falsa Fama e vivem para ela, como se dependessem disso para respirar. Já repararam nas transformações fisicas e psicologicas das pessoas que participam nestas coisas, que nem de programa tenho gosto de chamar? Poucos foram os que vieram cá para fora e aproveitaram as oportunidades com a cabeço no lugar e fizeram alguma coisa de util da vidinha. Estava aqui á dias a ler uma revista e deparo-me com a foto abaixo (a da direita), de uma Débora Picoito de meter medo ao susto, que todos devem saber que participou na ultima edição da já aborrecida Casa dos Segredos, e só me passou pela cabeça, mas o que raio passou pela cabeça desta rapariga que a meu ver era bastante engraçadita para se parecer agora com um travesti ou coisa que o valha?! Qual é a vantagem de se parecer com isto? Ficar mais bonita não deve ser, porque bonita já ela era e agora juro que me assusta com todas aquelas coisas a acontecer da cintura para cima. Vejam lá se não tenho razão, comparando uma foto com a outra.

É coisa que me faz mesmo muita confusão. Será a fama de acesso fácil assim tão destruidora da mente e do corpo? Deixei de ser apreciadora deste tipo de programas e muito menos das versões em Português, porque me parece tudo muito “fabricado” e já com o efeito de pastilha elástica, ou seja, está tudo mais que mastigado. Pergunto-me, se o Português não fosse um adepto nato de fofocas e dramas, se estes programas teriam assim tanto sucesso e se as almas que lá caem de para-quedas seriam alguém daquelas portas para fora? Não que agora sejam pessoas importantes, porque para mim são apenas comuns mortais que nada fizeram para merecerem a Fama e os previlégios que vão tendo. 

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