Outros

Portugal dos Pequenitos 2013

25 Fevereiro, 2013

Bem, pode dizer-se que foi o auge das minhas férias. Apesar de serem duas horas de caminho para lá, e duas horas de caminho de volta, nada foi aborrecido. Pelo caminho fomos a comentar as imensas casas com cores berrantes, as empresas e armazéns á venda e as terras com nomes estranhos como “Tinto” ou “Arroteia”. Curiosamente uma fica a seguir á outra, por isso como podem imaginar rimos bastante com a coincidência e pela lógica da coisa. Foi fácil la chegar, e apesar do frio saímos entusiasmados para a fila que já se começava a formar. Ao entrarmos vem logo uma menina de maquina na mão para nos tirar a foto da praxe(típico), que no fim acabamos mesmo por trazer. Ao principio do espaço, pode-se encontrar várias casas mais pequenas sobre as descobertas e sobre vários países. Vários artefactos, vídeos e informações curiosas, podem ser encontradas aqui. Lá mais para o fundo, estão então as típicas casinhas Portuguesas, mas tudo em versão miniatura. Desde a faróis, a casas dos animais e até os moinhos. Tudo bastante bonito. Como seria de esperar a criança que existe em mim, saiu cá para fora e foi entrar dentro de todas as casinhas que encontrou (pois claro, ou bem que é para divertir, ou bem que não é). Bastante engraçado. O meu único conselho é que levem uma garrafa de água e que baixem constantemente a cabeça. Por imensos momentos, fiquei a pensar que aquele não era o sitio indicado para levar o meu pai, que só por curiosidade  têm 1,90 m ou coisa assim. Mas que remédio tem ele se não se baixar. Quem é que o manda ser tão alto? Mas por sorte não bateu vez nenhuma, já o meu irmão fez estrondosos barulhos com a cabeça contras as paredes de cimento. O tempo também ajudou, estava solinho. O que eu não contava era com o frio que se fazia sentir lá em cima. Depois do passeio, fomos a um restaurante comer um tão merecido bitoque sem salada. Se soubessem á quanto tempo andava para comer um assim, e ainda por cima, muito bem servido. Se bem me lembro, acho que foi tudo corrido a bitoques. Quando vínhamos no caminho de volta ao carro, nos deparámos com um fila para entrar no Portugal dos Pequenitos, que muito sinceramente me pareceu que dava a volta a toda a rua. 1º pensamento que me passou na mente, ainda bem que viemos cedo. Pelo caminho de volta a casa, passamos ainda pelo Mosteiro da Batalha, que como se pagava para visitar o interior (15€/ pessoa , imaginem só), contentámos-nos  apenas pelo exterior, repleto de detalhes, e a capela interior, em que o meu pai notou em alguns erros de construção. Logo á entrada estava a sepultura do arquitecto daquela maravilha de nacionalidade Portuguesa, que por muito estranho que pareça, morreu quando uma parte do tecto do mosteiro lhe caiu em cima. Eu nem sequer sabia que aquele monumento não estava acabado. Nem tinha reparado nisso. É a vantagem que dá, levar o meu irmão a estes sítios  é tal como se fosse um guia turístico privado. Literalmente. Foi um dia perfeito, cheio de movimento e actividades ao ar livre. Se como eu trabalharem, num local fechado, apenas com luzes artificiais, e ares condicionados imundos, veriam o quanto um dia assim, faz bem á alma, aos pulmões e á felicidade. Deixo-vos alguma fotos do dia de ontem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.