Life

O começo de um ano mais saudável.

17 Janeiro, 2018

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Estou mais magra! Tivesse eu, alguma vez na vida, apresentado na balança um peso superior a 55 kg, e a frase “estou mais magra” seria motivo de alegria como assim o é para quase todas as mulheres, menos para mim claro está.

Nunca cheguei a ser uma pessoa que ganha peso com facilidade, mesmo comendo um bocadinho de tudo aquilo que me apetece, facto esse que irrita alguns amigos meus. E a trabalhar em parceria com este facto sobre mim, temos ainda o meu tão simpático sistema nervoso que trabalha muito ao contrario: quanto mais estou enervada ou irritada ou triste (e mesmo que coma ainda mais, e normalmente porcarias gordurosas e cheias de açúcar), esta parte de mim ajuda-me a perder ainda mais peso, o que nem sempre é bom.  Neste momento da minha vida, com todas as coisas que aconteceram ao longo de 2017 que me fizeram derramar mais lágrimas do que alguma vez me lembro de o ter feito, o meu peso voltou a descer, e apesar de esteticamente isso não fazer sentir bem, acaba por ter outras vertentes com as quais me devo preocupar. Ser magra não me faz confusão, o que realmente me atrapalha é perder demasiado peso. Normalmente isso implica mais dores no corpo, nomeadamente nas costas e um maior cansaço.

Inspirada pelas pessoas que me rodeiam e que vivem uma vida mais saudável, acabei por optar modificar algumas vertentes do meu dia-a-dia, de maneira a que o meu corpo consiga sentir-se mais vivo e preparado.

Comecei hoje por fazer alguns exercícios, que tenciono tornar diários. Nada de exagerado, apenas algum ioga, algum treino de abdominais e pernas. Apenas para que o meu corpo ganhe mais elasticidade e reforçar um bocadinho os músculos que estão mais relaxados do que um colchão velho e sem força para nada. Isto ajuda também na minha ansiedade e tensão arterial baixa, fazendo com que tudo volte a funcionar minimamente melhor. Para já apenas tenho uma grande dor de pernas por não estar habituada a nada disto por algum tempo. Se me virem a coxear, ficam já a saber que não cai nem deixei de saber usar saltos altos.

Quanto à alimentação, também optei por começar a alterar algumas pequenas coisas que podem ajudar. Calma, minha querida Carolina, que apesar de me teres inspirado, continuo a não me imaginar a comer tudo em modo biológico e muito menos as coisas verdes em seco. Mas comecemos pela quantidade de açúcar que ingeria ao longo do dia, especialmente com o leite de manhã (visto que não gosto do sabor do leite, costumava colocar duas colheres de chá de chocolate em pó e colher e meia de açúcar, esta colher de que vos falo é muito parecida com os doseadores dos detergentes da roupa, ou seja açúcar dentro do leite em dose industrial.) Cortei nos açucares diários, e comecei a optar por acompanhamentos mais saudáveis, substituindo arroz ou massa pelas batatas fritas. Não significa que deixe de comer aquilo que gosto, nomeadamente coisas fritas e cheias de gorduras e açucares, apenas que o faça menos vezes.

Tudo isto é um processo para tentar manter a minha saúde um pouco mais estável. Comecei há pouco tempo e como é lógico, tirando as dores do exercício físico, ainda não vos consigo mostrar ou explicar mais resultados. Mais para a frente vos direi qualquer coisinha.

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