Life

Já me estou a imaginar.

14 Outubro, 2015

Sou dona orgulhosa de uma quantidade acima da média de animais de estimação que as pessoas costumam ter em casa, estando a falar de 5 cães, 1 tartaruga, e todos os gatos que aparecem por aqui (da ultima vez que contei já eram uns 12) e acabam por ficar connosco. Portanto, o que não falta são despesas em alimentação, veterinários e afins, sem falar do tempo para dar miminhos e passeios, que acabam por ser recompensados quando vejo que estão bem e animados.

Adoro cada um deles á sua maneira, e não me imaginava a viver sem esta pequena “quinta”, como tão carinhosamente chamo ao quintal cá de casa. É certo que não posso deixar as portas abertas para o Bucky fugir, as janelas abertas para os gatos entrarem e roubarem qualquer tipo de alimento para o jantar que esteja a descongelar na bancada, e a Kira à solta porque me come os gatos, mas o hábito já é tanto que nem nos importamos com isso.

E como se não fossemos já bastantes, o meu pai, hoje ao jantar, saíu-se com a ideia vinda não sei bem de onde, de me perguntar se queria um cabrito anão para ter como animal de estimação. A reacção da minha mãe foi a de esperar, tendo em conta a quantidade de bicharada que já anda por aqui, mas eu até achei piada à ideia e até brinquei com isso, dizendo que poderíamos arranjar uma daquelas placas que as pessoas costumam ter nos portões das suas casas, “cuidado com o cão”, mas a nossa seria qualquer coisa como “cuidado com o cabrito”. Já me estava a imaginar a andar com um cabrito pequenino, a passear com trela pelas ruas aqui da santa terrinha. Devia ser lindo de se ver.

Vai na volta, ainda perco a cabeça e digo mesmo ao meu pai para trazer o dito cabritinho para casa. Só podia fazer-me bem não acham? 🙂

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