Life

Amor com Amor se paga.

6 Fevereiro, 2020

“Amor com Amor se paga”. Literalmente.

Tenho prestado mais atenção a esta coisa chamada vida e a tudo o que vem com ela. Os tempos que passam, as pessoas que se perdem e se ganham, e o amor que pode vir de todos os lados. E não, já não estou a falar de amor assolapado por aquele par de sapatos Michael Kors que me fazem descer a Avenida da Liberdade em 10 minutos para os ir buscar, mas sim de amor à séria. Actos de amor e carinho por parte de seres humanos.

Alguém me disse uma vez, que algo de muito errado se passava nas nossas vidas quando nos dávamos bem com toda a gente. Permitam-me dizer que discordo. Do meu ponto de vista, podemos e devemos dar-nos bem com toda a gente, porque tal como o titulo deste post indica, se ofereces amor, recebes amor, se ofereces carinho, recebes carinho e por aí fora. E se não nos quisermos dar bem com alguém pelo menos devemos usar o respeito para com o outro, que é algo bonito e recomendasse muito nos dias de hoje, mas não existe a necessidade de nos dar-mos mal com ninguém.

“Ah isso é tudo muito giro, mas na realidade ás vezes somos bondosos para alguém e essa pessoa mesmo assim é a modos que parva e bruta contigo.” É nestes casos que eu me viro e digo aquela frase que enerva todos os sentidos da minha mãe “E então?”. Vá lá minha gente, se alguém nos fala mal, enerva logo o dia da malta, mas e que tal combater isso antes de contagiar mais alguém com más energias?

Sinto que me estou a desviar um pouco do tópico e do ponto a que queria chegar. Ontem, após um dia de trabalho cansativo, de linhas de metro paradas, autocarros avariados e sessões de depilação a laser a puxar para o doloroso, a única coisa que me apetecia era chegar a casa, vestir o pijama e formar um casulo de mantas no sofá a absorver tudo o que é séries da FOX LIFE. No entanto cheguei a casa e tinha uma caixa enorme em cima da mesa da cozinha com o meu nome e a nota : “para a saúde das tuas costas”. Abri e lá dentro estava um banco de elevação para os meus serviços de maquilhagem e cabelos. Não vos vou dizer quem foi a alma brilhante que teve a ideia de me oferecer o dito banco que eu andava a adiar comprar já há não sei quanto tempo, apenas vos digo que foi uma amiga e cliente dos meus serviços de beleza, que atenta ás conversas que tivemos durante a sua sessão de maquilhagem se lembrou que eu ficava com dores nas costas quando tinha muitas maquilhagens seguidas. Ora bem, não é pelo banco (ok, confesso que foi uma prenda/surpresa do caraças), mas sim pelo gesto carinhoso que se lembrarem de nós e quererem ajudar, mesmo sem obrigação.

Tenho reparado muito mais nisso. Talvez por agora estar mais disponível para os meus, para os próximos e os não tão próximos (mas ainda meus) que noto que a nossa simpatia, a nossa boa vontade, as nossas boas acções têm retorno em bom. Quanto mais não seja por fazer alguém feliz. O Universo move-se com boas energias e isso depende um bocadinho de nós, de todos para com todos, e também de nós para nós próprios.

Sabe bem tratar os outros bem, e sabe bem sentir a felicidade, a compaixão, a preocupação, o carinho que nos outros nos oferecem quando nós os tratamos bem. E para isso, por vezes basta um sorriso.

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