Cabovisão Oeste Fest!

Foi o primeiro mini-festival a que tive o maior dos prazeres de assistir. Optima música, espaço excelente, maravilhosa companhia. Não se pode pedir mais. Mas se pudesse, pedia mais do mesmo para a semana já assim de seguidinha. Eramos um grupinho de 5 e a coisa não podia ter sido mais animada, desde o principio do jantar no McDonald’s (onde mais podia ser?) até á “distribuição” de cada um pelas suas casas e carros. Sem confusões, sem choros, nem dramas, apenas momentos de felicidade. O dia do festival, a meu ver, não podia ter sido o melhor, até porque os artistas principais eram nada mais nada menos do que os meus fofinhos dos Amor Electro, que ainda são das únicas bandas portuguesas que ainda vale a pena ouvir. Ora todos sabem que a Mariza está super gravidona, mas isso não impediu nada meus amigos. A criatura pulava e cantava como se não ouvesse amanhã. Passei todo o tempo do concerto com arrepios na espinha e não era de frio, até porque esse decidiu não estar presente. Fartei-me de saltar, cantar e bater palmas com toda a emoção que se fazia sentir naquele recinto, tanto que hoje a vender perfumes a minha voz não era das melhores. Adorei os pauzinhos luminosos que nos davam á entrada, e fiquei só mesmo a ressacar por um daqueles chapéus de palha que aparentemente toda a gente conseguia arranjar e só eu é que não devia saber onde. Até as fotos da noite foram assim uma coisa de fantastico, uma vez que ficámos sempre todos bem em cada uma delas. Confesso que foi uma noite bastante feliz e animada. Não posso falar por todos os que estavam comigo, mas penso que partilham do mesmo sentimento. Ora deixo-vos então com os tesourinhso deprimentes que são as fotos da noite de 19 (mas que eu adoro todas).

O belo do jantar, para recarregar as baterias em dose tripla (principalmente o meu)
O grupo dos 5, á chegada. Pareciamos crianças, apesar de apenas eu e a Sara nunca termos posto os pés em algo parecido com isto.

Os pauzitos luminosos que eu gostei tanto (cor-de-rosa!) e claro, a fantastica da caipiblack, que veio substituir a sangria e o somersby.

As cupcake (mini concerto de abertura) e a entrada dos Amor Electro no palco.

A voz da senhora é da coisas mais poderosas que já tive o prazer de ouvir.

A Inês juntou-se ao grupo.

Já para o final quando estamos mais mortos que vivos e as pernas e os braços já não faziam parte dos nossos corpos.
Que para o ano venha mais!



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