Black Opium

Regra geral, não gosto dos perfumes da Yves Saint Laurent. Ainda achei uma certa piada ao Manifesto, mas foi sol de pouca dura. Mas á coisa de semana e meia, a YSL sai-se com esta novidade e eu perdi a cabeça. Antes de começarem já a dizer que o perfume Opium é coisa de velhas e tal e coiso, façam o favor de experimentar primeiro e depois pedirem desculpa por insultarem o novo perfume dessa maneira. É completamente o oposto daquilo que seria de esperar da linha do Opium. 
Esta nova fragrancia vêm como que representar uma nova geração de mulheres. Mulheres essas que precisam de uma dose de adrenalina, e de coragem para se libertarem. Com um lado enérgico, viciante e com atitude, este perfume é sem dúvida a cara da marca, que desde a sua criação, aposta na polémica com estilos únicos, sem limites e sem tabus.
Até a combinação das notas, é a mais improvável de sempre, uma vez que contem um ingrediente utilizado pela primeira vez numa fragrância, o café. Mas não se assustem que não vão andar pelas ruas a cheirar a café. Muito pelo contrário, a essencia do mesmo quase nem se sente e apenas está presente para conferir uma certa energia ao aroma do perfume, e esta conbinação com a mistura de flores brancas (jasmin e flores de laranjeira) torna o Black Opium realmente viciante a delicioso. Vão ter vontade de andar a cheirar os vossos bracinhos o dia todo. Eu sei que fiquei.
Com uma inspiração Rock Chic, demonstrando atitude e uma certa rebeldia com o máximo da elegancia e sedução feminina, este é o perfume que quero só para mim. E sabem que mais? É verdade, já cá mora em casa. Para mim já é O perfume deste inverno.



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